A 31ª edição do É Tudo Verdade — Festival Internacional de Documentários tem a honra de anunciar os integrantes dos júris deste ano.
Eles vão decidir os premiados nas Mostras de Longas e Médias-Metragens Brasileiros, Longas e Médias-Metragens Internacionais, Curtas-Metragens Brasileiros e Curtas-Metragens Internacionais.
O júri da competição brasileira é composto por:
Carol Benjamin, documentarista, criadora e montadora de projetos de ficção.
Seu longa de estreia como diretora, “Fico te Devendo uma Carta Sobre o Brasil” (2019), foi premiado no IDFA (2019) e no 25º É Tudo Verdade (2020) e finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (2021).
Eryk Rocha, vencedor da competição brasileira do 7º É Tudo Verdade com seu longa de estreia, “Rocha que Voa” (2002), e do prêmio L’Oeil d’Or de Melhor Documentário no Festival de Cannes por Cinema Novo (2016).
“A Queda do Céu” (2024), co-dirigido com Gabriela Carneiro da Cunha, estreou em Cannes.
Helena Tassara, pesquisadora e cineasta, é doutora e pós-doutora em Cinema (ECA-USP).
Foi diretora executiva da PAVIC — Pesquisadores de Audiovisual, Iconografia e Conteúdo (2022–2025) e atua em pesquisa, curadoria, roteiro, direção e execução de projetos culturais em várias mídias.
E o júri da competição internacional é formado por:
Heloisa Passos, produtora, realizadora e diretora de fotografia, é membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Dirigiu filmes como “Construindo Pontes” (IDFA) e “Eneida” (27º É Tudo Verdade).
Fotografou, entre outros, “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo” (2009).
Ricardo Casas, documentarista e produtor uruguaio, estreou na direção com “Donde Había la Pureza Implacable del Olvido” (1998), sobre o músico Eduardo Darnauchans.
Seu filme mais recente é “El Padre de Gardel” (2014) sobre a atuação política de Carlos Escayola.
Vivian Ostrovsky, nascida em Nova York, criada no Rio e formada em Paris, começou a filmar na adolescência.
Dirigiu mais de trinta filmes, a partir de fragmentos, imagens cotidianas e arquivos pessoais e institucionais.
Teve atuação fundamental na circulação e visibilização de obras realizadas por mulheres.
A 31ª edição do É Tudo Verdade — Festival Internacional de Documentários conta com o patrocínio do Itaú, a parceria do Sesc-SP e o apoio cultural da Spcine, Galo da Manhã, Fundação Itaú e Itaú Cultural.
A realização está a cargo do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, via Lei Rouanet, e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.
Premiações oficiais
Desde o reconhecimento do É Tudo Verdade como um “Qualifying Festival” pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, os quatro filmes vencedores dos prêmios dos júris oficiais para as Competições Brasileiras e Internacionais de Longas/Média-Metragens e de Curtas-Metragens são automaticamente classificados para apreciação à disputa do Oscar® 2027.
O melhor documentário da Competição Brasileira: longas ou médias-metragens leva R$ 20.000 e o Troféu É Tudo Verdade.
Já o melhor documentário da Competição Internacional: longas ou médias-metragens ganhará R$ 12.000 e o Troféu É Tudo Verdade.
E o melhor documentário da Competição Brasileira: curtas-metragens e o melhor documentário da Competição Internacional: curtas-metragens ganham R$ 6.000 e Troféu É Tudo Verdade.
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