A temporada 2026 da Fórmula 1 começa neste mês com o tradicional Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, no Albert Park Circuit, que volta a abrir o calendário da principal categoria do automobilismo mundial.
O início do campeonato ganha atenção especial do público brasileiro com a estreia de Gabriel Bortoleto em uma nova equipe: o piloto passa a representar a Audi.
A presença do Brasil no grid também reforça a importância de falar inglês para os fãs compreenderem estratégias, decisões e bastidores ao longo das corridas.
Na Fórmula 1, o inglês é o idioma oficial da comunicação entre pilotos, engenheiros e equipes.
Durante as provas, as trocas de informações acontecem em tempo real pelo rádio, sempre em inglês.
Termos como “box, box”, “push now”, “tyre degradation”, “undercut” e “safety car” fazem parte do vocabulário operacional que orienta decisões de ritmo, troca de pneus e posicionamento em pista, muitas vezes determinantes para o resultado final da corrida.
Segundo Reginaldo Kaeneêne, CEO e fundador da KNN Idiomas, uma das principais redes de escolas de idiomas do país, o automobilismo é um dos exemplos mais claros de como o inglês conecta profissionais de diversas áreas do mundo inteiro.
“Na Fórmula 1, a comunicação precisa ser precisa e rápida. O inglês não é apenas um diferencial, é uma ferramenta estratégica. Quem domina o idioma amplia a compreensão do esporte e também as possibilidades de carreira em um mercado global”, afirma.
Já para os fãs, a fluência em inglês é uma forma de ampliar a experiência de acompanhar o esporte.
O entendimento do idioma permite ao torcedor interpretar estratégias e ajustes de corrida no momento em que acontecem, antes mesmo das explicações da transmissão.
Fora das pistas, o inglês também domina entrevistas coletivas, reuniões técnicas e comunicados oficiais. “Os fãs de Fórmula 1 entram em contato constante com o inglês em situações reais. Isso contribui diretamente para o aprendizado por tornar o processo mais natural e prazeroso, já que o idioma passa a fazer parte da experiência. O esporte cria contexto, repetição e curiosidade, três fatores que facilitam a assimilação e ajudam o fã a evoluir no inglês”, comenta Reginaldo.
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