No momento em que o mundo tem sido marcado por conflitos e por grandes choques de cultura, como acreditar que a formação de uma sociedade melhor está, justamente, no estímulo à mistura delas e não ao isolamento?
Pois esta é a proposta da Universidade Minerva, dos Estados Unidos, que neste ano tem o objetivo de expandir suas operações no Brasil.
Considerada a instituição de ensino superior mais inovadora do mundo pelo WURI (World’s University with Real Impact) por quatro anos consecutivos, a Minerva se destacou por sua abordagem educacional disruptiva.
Não há salas de aula ou provas tradicionais.
O ‘campus’ é itinerante, justamente com a intenção de fazer seus estudantes imergirem em diferentes culturas, com as aulas sendo ministradas ao vivo em uma plataforma de educação virtual.
Ao longo de quatro anos de duração dos cursos, os alunos vivem e aprendem em quatro continentes.
As principais cidades incluem São Francisco (EUA), Tóquio (Japão), Buenos Aires (Argentina) e Berlim (Alemanha).
Eles são incentivados a morar e estudar nas acomodações oferecidas pelas instituições onde a Minerva está presente nessas regiões, para poderem vivenciar várias culturas e realidades, encontrando diferentes problemas e sendo desafiados a buscar soluções adequadas, além de quebrar estereótipos e preconceitos.
O presidente da Universidade Minerva, Mike Magee, mira o Brasil como próximo ponto de expansão de suas operações globais.
“Acreditamos fortemente no potencial da América Latina, especialmente do Brasil. A ideia é atrair interessados para firmar parcerias que possam viabilizar esse movimento de cidadania global e inserir São Paulo em nosso circuito mundial de destinos ao longo da formação dos alunos”, destaca Magee.
Atualmente, a universidade conta com cerca de 650 estudantes matriculados de mais de 100 diferentes países, incluindo 26 brasileiros, o que revela ser possível desafiar a tendência de choque e promover a imersão ativa nas diversas culturas existentes ao redor do mundo em vez de buscar o isolamento ou simplesmente observar tantos conflitos culturais.
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