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Fábrica de Graffiti volta a João Monlevade com esculturas e muita inovação

Esculturas de Cláudio Otho que representam tipos de foram serão pintadas por quatro artistas e colocadas nas ruas em estilo “cow parade”, além disso, jovens de escola pública estão participando de cursos e atividades artísticas.

Crédito: André Greco

Fábrica de Graffiti voltou a João Monlevade, no interior de Minas Gerais, de 23 a 30 de outubro.

Após grafitar uma empena de 18 m × 50 m que se tornou ponto turístico da cidade, o projeto vai pintar e colocar nas ruas quatro esculturas de fibra de vidro, em estilo “cow parade”.

A Fábrica chega, também, a uma escola pública com cursos e atividades artísticas para 100 alunos.

Com o patrocínio da Fundação ArcelorMittal, o projeto é uma forma de inserir os jovens no universo da arte, da tecnologia, da criatividade e do empreendedorismo.

Os artistas e arte-educadores desta edição são Bruna PereiraGaloSecoTikka MeszarosLeandro Hisne e Tina Soul.

As quatro esculturas a serem pintadas têm a forma de animais que fazem analogia a diferentes tipos e estruturas de startups, empresas de tecnologia e inovação com modelos de negócio escaláveis.

Unicórnio (2,80 m) será pintado por Bruna Pereira, o Camelo (2,15 m), por Seco, o Dragão (3 m), por Galo, e a Zebra (1,15 m), por Tikka Meszaros.

Os animais simbolizam, respectivamente, startups que atingem uma avaliação de mercado de US$ 1 bilhão; startups com foco na estabilidade financeira e não apostam em investimentos de risco; startups que alcançam um aporte acima de US$ 1 bilhão em uma única rodada de captação; e startups cujo objetivo é desenvolver uma concorrência com crescimento sustentável.

Enquanto isso, em sala de aula, os alunos receberão formação e colocarão a mão na massa com Leandro Hisne e Tina Soul.

“É com grande alegria que a Fábrica de Graffiti retorna a João Monlevade. Vamos levar mais arte urbana para a cidade e estímulo à inovação para seus jovens. Os alunos da Escola Estadual Dr. Geraldo Parreiras terão a oportunidade de aprender sobre as origens e a importância social da cultura Hip Hop, de desenvolver seu potencial criativo e de descobrir novas profissões”, comenta Paula Mesquita Lage, produtora executiva da Fábrica de Graffiti

Na Escola Estadual Dr. Geraldo Parreiras, os alunos farão o Curso de Graffiti e Hip Hop, que apresenta a história desse movimento cultural e ensina suas técnicas de desenho e pintura. Já as Escolas Municipais Germin Loureiro e Eugênia Scharlé, finalistas de outro projeto da Fundação ArcelorMittal, o Liga Steam, serão ambientadas com a técnica do Lambe-Lambe, ressignificando o ambiente escolar com colagem nas paredes de pôsteres artísticos.

Todas as atividades artísticas terão como tema a inovação para despertar nos jovens o gosto pelas ideias que resolvem problemas da realidade em que vivemos e a consciência de que eles podem fazer parte dessas soluções.

“Ficamos felizes em fomentar a arte e a inovação na nossa cidade, dando sequência ao movimento do grafite que iniciamos em 2021 e fez grande sucesso. Dessa vez, estamos envolvendo também os estudantes da cidade e contribuindo para a formação de, quem sabe, futuros empreendedores culturais”, afirma Vander Neves, gerente de Pessoas da unidade de João Monlevade da ArcelorMittal.

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