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A história de Titanic é recontada 25 anos depois

O filme de maior sucesso de James Cameron voltou às salas de cinema, e para comemorar os 25 anos de exibição do filme nós conversamos com quem assistiu ao filme há 25 anos e o cineasta Elder Fraga sobre suas concepções do filme e muito mais.

Se você tem mais de 25 anos pode até não entender inglês, mas com certeza já cantou ou balbuciou My Heart Will Go On de Céline Dion por aí.

A música que foi tema do romance entre Jack Dawson (Leonardo DiCaprio) e Rose Dawson Calvert/Rose DeWitt Bukater (Kate Winslet) no filme Titanic produzido por James Cameron e Jon Landau ainda permeia em nossas memórias, em nossas playlist e em nossos corações.

Assim com o filme, é claro, afinal, quem nunca quis ter um amor como o dos dois pombinhos?

E 25 anos depois, o filme conta com novo trailer, novo cartaz, mas com a mesma emoção de sempre.

E, para festejar a data, o filme está de regresso às salas de cinema, numa versão remasterizada, em 3D e 4K.

O longa-metragem, que venceu 11 óscares e catapultou Kate Winslet para o estrelato, tem como premissa um acontecimento trágico e real, que marcou o início do século XX: o naufrágio do RMS Titanic, em abril de 1912, que vitimou cerca de 1500 pessoas.

O navio, à época o maior alguma vez construído, chocou contra um icebergue, logo na viagem inaugural, que saiu de Southampton, Reino Unido, e tinha como destino Nova Iorque, Estados Unidos.

Titanic é, até hoje, o terceiro filme mais lucrativo da história do cinema, atrás de Avatar (também realizado por James Cameron) e Avengers: Endgame.

Quem explica um pouco deste eterno sucesso do filme é o cineasta Elder Fraga:

“O filme Titanic foi lançado em 19 de dezembro 1997 nos Estados Unidos, sendo escrito, dirigido e produzido por James Cameron. A obra que rendeu 11 Oscars, batendo recordes de premiações e bilheterias retratou a glória esperada em relação ao transatlântico e após seu relançamento, depois de tantos anos ele ainda faz um enorme sucesso entre o público mais jovem que nem tinha nascido na época, claro o filme tem arcos muito interessantes que atraem os olhares desse público mais jovem e se mantém atual, mesmo depois de tantos anos”.

Ele ainda completa que “Titanic enfeitiçou todos que o construíram ou que navegaram nele. Quanto mais os anos passam, mais fabulosa fica a lembrança de sua imagem. Acho a obra de James Cameron uma obra única, ele conseguiu o que poucos diretores conseguem num filme tão grandioso, ter um grande elenco que entrega tudo, um navio grandioso que encanta os olhos de quem assiste, tem um roteiro muito bem escrito e todos os elementos que um filme pede, romance, aventura, ação, tragédia e redenção. Por isso acho a obra tão atual”.

Há 25 anos, para ser mais exato, em 16 de janeiro, acontecia a estreia do filme Titanic nas telas dos cinemas brasileiros.

Nesta época Fernando Henrique Cardoso ainda era presidente do país, um novo Código de Trânsito Brasileiro entrava em vigor e também havia entre os espectadores do filme de James Cameron, quem sonhava em ter uma Rose ou um Jack para chamar de seu amor, como foi o caso de Luciana do Rocio Mallon.

Ela ainda complementa com suas opiniões sobre o filme:

“Na primeira vez que vi o filme senti ansiedade antes. Pois se tratava de uma história real, onde as pessoas morrem num acidente. Mas, sempre quis dançar aquela cena que a mocinha abre os braços na ponta do navio. Tanto que me inspirei nessa cena para a coreografia de dança com o tema do filme.”.

Outro espectador que guarda o filme e a ida ao cinema em um lugar especial foi o paulista Adriano Martins, que nos conta sua memória afetiva de quando tinha 14 anos e viu Titanic com seus pais:

“Eu me lembro (de assistir Titanic) com muito carinho, pois foi o primeiro filme que eu me lembro de ver no cinema, os outros que vi ei era muito criança, então nem recordo como foi a experiência.”.

Ele complementa ainda que “o filme é arrebatador, a história, a trilha, os efeitos, tudo muito acertado e novo para o cinema da época. Lembro-me de pensar como eles conseguiram filmar em meio a tanta água, e por mais que houvesse um cenário, a água era real.”.

Independente das memórias afetivas que possamos ter ao rever o filme no cinema, é inegável o sucesso que o filme fez na época, será que a nova exibição fará sucesso novamente?

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